
"No fundo de cada alma há tesouros escondidos que somente o amor permite descobrir". E. Rod
Frase do dia:
quinta-feira, 31 de agosto de 2006
domingo, 27 de agosto de 2006
Pedacinho de céu...

Neste pedacinho de céu sinto-me protegida…
Aqui posso mostrar aquilo que realmente me vai na alma…
Aqui não sou eu que escrevo…
Aqui aprendo a conhecer-me…
Aqui conheci pessoas especiais…
Vou voltar para o mundo dos humanos, onde as pessoas sorriem tão pouco...
Onde sinto, por vezes, um vazio no olhar…
Onde sinto falta de alguém que me toque a pele e a alma…
quarta-feira, 23 de agosto de 2006
domingo, 20 de agosto de 2006
sexta-feira, 18 de agosto de 2006
Nuvens e eu...

(Fotografias: White Angel)

Tenho recebido comentários cheios de ternura...
OBRIGADA pelo vosso carinho…
Beijos, muitos…
segunda-feira, 14 de agosto de 2006
Silêncio...
Mas a literatura também se converteu em silêncio, tornou-se apenas imanente, as palavras ficam cercadas, bloqueadas, e encontra-se sempre um meio de demonstrar às pessoas que elas significam tudo, e que, portanto, não significam nada, a palavra escrita é uma palavra morta e por isso eu quero a palavra dita, rente ao corpo, inseparada do corpo, língua, boca, braço, mão, gesto, movimento do eu e do outro, do eu para os outros e de novo destes para mim, a palavra que está no princípio do eu e do mundo e da vida e que é talvez, talvez, o amor.
Teolinda Gersão, O Silêncio
quinta-feira, 10 de agosto de 2006
quarta-feira, 9 de agosto de 2006
Mais ou menos... NÃO...

Morar numa casa mais ou menos,
numa rua mais ou menos,
numa cidade mais ou menos,
e até ter um governo mais ou menos...
Podemos…
dormir numa cama mais ou menos,
comer um feijão mais ou menos,
ter um transporte mais ou menos,
e até sermos obrigados
a acreditar mais ou menos no futuro...
Podemos…
olhar em volta
e sentir que tudo está mais ou menos.
Tudo bem...
O que não podemos mesmo,
nunca, de jeito nenhum,
é amar mais ou menos,
é sonhar mais ou menos,
é ser amigo mais ou menos,
é namorar mais ou menos,
é ter fé mais ou menos
e acreditar mais ou menos...
Senão corremos o risco de nos tornarmos
uma pessoa mais ou menos...
Chico Xavier (com pequenas adaptações)
sábado, 5 de agosto de 2006
MOMENTOS SONHADOS...
Sinto uma serenidade imensa…
O sonho transporta-me para o mar…
Não concedo limite…

A noite cai e a lua complementa a paisagem deslumbrante…

Amanhece…
Na praia espera-me um nascer do sol que me sugere paz…
E uma bebida fresca…

Já posso acordar e abraçar o meu caminho…

No espaço e no tempo exactos…
Sei que pacientemente me esperas…
Com um jardim de flores só para mim...
WHITE ANGEL
[Provavelmente o texto mais bonito que escrevi até hoje. As imagens foram encontradas na net.]
domingo, 30 de julho de 2006
Neste preciso momento...
Neste preciso momento, em algum lugar do mundo,
Neste preciso momento, em algum lugar do mundo,
Neste preciso momento, em algum lugar do mundo,
Neste preciso momento, em algum lugar do mundo,
Texto retirado daqui!!!!
quarta-feira, 26 de julho de 2006
Não Estou...
,Não estou pensando em nada
E essa coisa central, que é coisa nenhuma,
É-me agradável como o ar da noite,
Fresco em contraste com o verão quente do dia,
Não estou pensando em nada, e que bom!
Pensar em nada
É ter a alma própria e inteira.
Pensar em nada
É viver intimamente
O fluxo e o refluxo da vida...
Não estou pensando em nada.
E como se me tivesse encostado mal.
Uma dor nas costas, ou num lado das costas,
Há um amargo de boca na minha alma:
É que, no fim de contas,
Não estou pensando em nada,
Mas realmente em nada,
Em nada…
.
Álvaro de Campos
(A Lua consentiu ser fotografada numa noite linda…)
domingo, 23 de julho de 2006
Vazio...


quinta-feira, 20 de julho de 2006
Pequenas Felicidades...
Quero pedir desculpa a todos pois nos últimos tempos não tenho comentado nos vossos cantinhos mas... o tempo é escasso...
A fotografia representa mais um fim de tarde esplêndido...
Beijos com muito carinho para todos...
sábado, 15 de julho de 2006
Lindo demais...
sexta-feira, 14 de julho de 2006
AUSÊNCIA…
a tua ausência dói-me.
Refiro-me a essa dor que não magoa, que se limita à alma;
mas que não deixa, por isso,
de deixar alguns sinais -
um peso nos olhos, no lugar da tua imagem, e um vazio nas mãos.
Como se as tuas mãos lhes tivessem roubado o tacto.
São estas as formas do amor,
podia dizer-te; e acrescentar que as coisas simples
também podem ser complicadas,
quando nos damos conta da diferença entre
o sonho e a realidade.
Porém, é o sonho que me traz a tua memória;
e a realidade aproxima-me de ti,
agora que os dias correm mais depressa,
e as palavras ficam presas numa refracção de instantes,
quando a tua voz me chama de dentro de mim -
e me faz responder-te uma coisa simples,
como dizer que a tua ausência me dói.
.
Nuno Júdice
.
.
.
quarta-feira, 12 de julho de 2006
Pegadas...
domingo, 9 de julho de 2006
quarta-feira, 5 de julho de 2006
AMIZADE...
Será possível ser amigo de alguém tendo duas caras? Uma quando se está com a pessoa e outra quando se está ausente?
Será que mostrar interesse e preocupação por outra pessoa é controlá-la? Ou é querer saber como ela está, desejando que tudo esteja bem????
Quando olho para trás, vejo que tenho confiado e amado pessoas que não têm sabido merecer esses sentimentos…
Tem-me custado viver neste mundo … as pessoas são ingratas e não dão valor às pequenas coisas que acontecem na sua vida…
Contudo, olho para o lado e vejo pessoas que me chamam diariamente a atenção para as coisas erradas e me dão valor pelas atitudes correctas…
Vejo pessoas ponderadas, sensatas, que apenas se aborrecem com situações que de facto merecem…
Vejo pessoas a quem posso chamar de amigas independentemente da frequência que nos falamos ou encontramos…
Pessoas que têm a palavra certa para nos oferecer incondicionalmente … a quem vemos a alma quando as olhamos nos olhos…
A essas ofereço:

O desabafo fica, porque hoje “UMA LÁGRIMA FUGIU-ME”…
domingo, 2 de julho de 2006
sábado, 1 de julho de 2006
As pontes de Madison County - Robert James Waller (fim)
…
Era como um ser do outro mundo que tivesse chegado na cauda de um cometa e aterrado à porta de sua casa.
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Sinto-me um pouco lenta quando estou com ele, embora não seja por nada que ele faça. É de mim, não é dele.
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Ele não se limitava a esperar pela natureza; intervinha nela com delicadeza, moldando-a à sua visão, adaptando-a ao que via na sua mente.
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Todos os sentimentos, todas as buscas e reflexões, toda uma vida de sentir, buscar e reflectir se juntaram naquele momento.
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Ela sentiu que a sua admiração era genuína. Desfrutou dela, deixou-se invadir e rodear por ela, entrar-lhe por todos os poros como um óleo suave das mãos de alguma divindade que a tinha abandonado anos atrás e agora regressava.
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Com uma distância de três metros entre os dois, ficaram unidos de uma forma sólida, íntima e inseparável.
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… tocou em cada uma das velas e acendeu-as enquanto ela apagava a luz do tecto. Agora estava quase escuro, à excepção das pequenas chamas apontadas para cima, quase imóveis na noite sem vento.
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… aquela incrível intensidade, controlada, medida, aquela intensidade tensa como um arco, misturada com ternura e sem rasto de maldade.
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Os sentimentos dentro dela eram avassaladores, como sempre haviam sido.
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Não compreende a magia nem a paixão nem outras coisas de que falámos e experimentámos, nunca compreenderá. Isso não faz dele um ser inferior. São coisas que estão demasiado longe de tudo o que alguma vez sentiu ou pensou na sua vida. Não sabe como lidar com elas.
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Acho que estamos ambos dentro de outro ser que criámos e que se chama “nós”.
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Num universo de ambiguidades, este tipo de certezas só existe uma vez, e nunca mais, não importa quantas vidas se vivam.
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As nuvens estavam baixas, a chuva não parava de cair, havia um ligeiro nevoeiro e estava frio para um dia de Agosto.
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… foi a coisa mais dura que já me aconteceu ou virá a acontecer na vida. Na verdade, duvido que muitos homens tenham feito algo de tão difícil como isso.
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Em quatro dias, ele deu-me uma vida inteira, um universo, e deu consistência a todo o meu ser.



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